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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Livro do mês

Este mês selecionámos o livro O Diário de Anne Frank

Este foi escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa do seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.
Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano.

Para saberes mais sobre Anne Frank consulta o site oficial, http://www.annefrank.org/pt/Museu/

segunda-feira, 10 de março de 2014

Livro do Mês

O Rapaz do caixote de madeira



Leon Leyson tinha apenas 10 anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi forçada a viver no gueto. Neste livro de memórias, Leon começa por nos descrever uma infância feliz, na sua aldeia natal e felizmente para a família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Schindler que os incluiu na célebre lista dos trabalhadores da sua fábrica. Na altura com apenas 13 anos, Leon era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para chegar aos comandos das máquinas. Ao longo desta história, que reproduz com autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon Leyson deixa-nos entrever, no meio do horror que todos os dias enfrentavam, a coragem, a astúcia e o amor que foram necessários para poderem sobreviver.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Ainda a propósito do Diário de Anne Frank...

A Joana da turma dois, do 8º ano enviou-nos o seu texto, "Encontro com o Diário de Anne Frank".


               “Encontro com o Diário de Anne Frank”

  Tudo começou no dia 12 de junho de 1929. Annelisse Frank, mais conhecida como Anne Frank, nasceu para demonstrar ao Mundo a sua dor, as suas angústias, os seus desejos e as suas ambições.
  Este diário marca a vida de um leitor, eu falo por mim: surpreendeu-me a força de Anne, ela não foi só mais uma adolescente neste mundo, ela foi mais adulta e tomou decisões mais adultas do que pessoas muito mais velhas do que ela. Passei a admirá-la, e lembro-me perfeitamente de uma frase dela no seu diário: “Quero continuar a viver depois da minha morte”. Pois bem, cumpriu-se esse tal desejo! Ela vai ser sempre a Anne Frank, aquela rapariga caprichosa que pensava que o Mundo estava todo contra ela. Infelizmente, foi preciso ela morrer para agora percebermos que toda a gente está com ela, que é impossível ficarmos indiferentes a este livro, a esta adolescente e a esta guerra.
  Agora que acompanhei a história da Anne, posso dizer que tenho orgulho em ser adolescente, até pode ser uma barbaridade o que estou a dizer, mas a Anne fez-me sentir que não sou mais uma adolescente, sou esta adolescente.



Joana Pinto,8º2


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Livro de Mês

O Diário de Anne Frank


Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa do pai de Anne Frank, o "Diário" veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos "campos de trabalho".

Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944, todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir para Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. 



Quando foi encontrado, no Anexo de Amesterdão, era este o Diário Original.


Visita virtual ao anexo onde viveu Anne Frank http://www.annefrank.org/en/Subsites/Home/






terça-feira, 16 de outubro de 2012

Estreia do Filme Aristides de Sousa Mendes- Cônsul de Bordéus


Com a invasão de França pelas tropas nazis, dezenas de milhares de refugiados começam a juntar-se junto do consulado português em Bordéus, na esperança de aí obterem um visto para Portugal. Obrigado a respeitar a circular de Salazar que determinava a proibição expressa de concessão de vistos a quaisquer refugiados judeus, Sousa Mendes viveu, então, um terrível dilema: se concedesse vistos, arriscava a carreira diplomática e o sustento da sua família; se não o fizesse, todos aqueles milhares de pessoas teriam como destino os campos de concentração nazis.


Aristides de Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus , revisita a extraordinária história do herói português que salvou mais de 30.000 vidas durante a Segunda Guerra Mundial e desvenda a consciência e coragem de um homem que ousou desafiar Salazar inscrevendo o seu nome na história da humanidade. Um filme obrigatório

Este filme tem estreia marcada para 8 de novembro.